quarta-feira, 18 de agosto de 2010

com sumo



nada estranho
entranho
abraço o mundo
vasto mundo
e assim

gravo

um pouco de mim
no osso
de tudo





[R.M.]

+ presença de Mira Schendel [monotipia sobre papel arroz]

15 comentários:

Angélica Lins disse...

Preciso gravar algo meu no outro e vice-versa.

Marcantonio disse...

Osteogravura sem fratura.

Abraço.

há palavra disse...

Angélica,

é isso mesmo - como agora: ainda que à distância aqui estamos nós - gravando palavras nesta troca de impressões...

Grato pela presença!

há palavra disse...

Marco,
disse tudo com pouco - no osso do sentido!
Abraços, grato pela presença!

betina moraes disse...

raulamigo,

gravação/estrutura
percepção/gravura.

não estranhar nada,
entranhar em tudo!


eu adorei tamanho peito aberto!

abraços!

Marcio Nicolau disse...

em suma: parabéns.

:)

Pérola Anjos disse...

Nossos mundos são vastos: o de fora e o de dentro.

Parabéns pelas bem ditas palavras!

Beijos!

Cris de Souza disse...

Sonora surpresa!

Há palavra bem dita...

Andrea de Godoy Neto disse...

gosto de quem se entranha, dos braços abertos...

são belas as tuas palavras
um abraço pra ti

há palavra disse...

Ah, Betinamiga!

Da palavra ao ato e do ato à palavra: um hiato - o preciso é insistir e ouvir o que as palavras guardam: são elas, no fundo, os sinais do mundo gravados em nós.

Abraços, sempre!

há palavra disse...

Márcio,
síntese e gentileza...
Grato pela visita e leitura!

há palavra disse...

Pérola,
dentro e fora, vastos... e densos...
Grato pela retribuição da visita!

há palavra disse...

Cris,
grato pela leitura e ressonância...
Abraços!

há palavra disse...

Andrea,
grato pelas palavras que abraçam...

Daniela Delias disse...

Lindo, lindo, Raul! Há muita palavra por aqui, palavra da boa!!! Bjo, carinho.