segunda-feira, 15 de agosto de 2011

breve estória de amor menor


início
meio a fim
fim




[ R.M. ]

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imagem

Leonilson; "Voilà mon Coeur" [verso]; c.1989; bordado e cristais s/ feltro; 22 X 30 cm

12 comentários:

Franco disse...

Eu gostei disso!
É uma bela obra contemporânea.
Abraços.

Marcantonio disse...

Muito boa!

É, porque se meio se referisse à equidistância e fosse seguido do advérbio 'afim' não seria amor menor ou breve, não? Ou ainda assim seria? Rs.

Abraço.

Raul Motta disse...

Gratíssimo, Franco!

É mesmo contemporâneo este estar "meio" ou "em meio"...

Abraços pra ti!

Raul Motta disse...

Marcantonio,

prazer enorme tê-lo aqui outravez!

Você especula certo: "afim" também faria o mesmo sentido, mas optei separar "a" fim" para jogar com e repetir o "fim" do último verso...

Abraços, bons caminhos!

Malu disse...

A maioria dos amores são assim, se não os são pelo menos duas destas fases possuem...
Abraços

Raul Motta disse...

Malu,

é verdade: início e fim tudo tem - a questão segue sendo o recheio!

Abraços!

Alice disse...

A história de amor maior teria também fim?

Raul Motta disse...

Puxa, Alice!

Pergunta assim aparentemente simples, mas de miolo tão profundo...

De bate pronto, querendo que fosse assim, diria: não, não teria fim!

Mas é da vida a resposta [a]final - e só mesmo ao final [de tudo?] a vida nos responderia...

Será? Seria?

Talvez uma resposta em forma de poesia...

Abraços, grato pela presença e interrogações!

Daíse disse...

Que gostoso passar por aqui e "sentir" o teu blog!!!!
Adorei!!!
Bjo!

Raul Motta disse...

Daíse,

grato pela presença, seja bem vinda...

Abraços, bons caminhos...

Eliz'Ane disse...

Nota:
Fim que é começo de outra estória, que terá início, meio e Fim.

Abraços. ;)

Raul Motta disse...

Eliz'Ane,

os [e]ternos ciclos...

Abraços, grato pela presença!