segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

vida convida






vida
dividida
dívida

vida com vida
dádiva





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Escrito durante retiro "Nobre Silêncio" com Banthe Pyiadhammo, na Sociedade Budista do Brasil - SBB


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imagem
"Kizuna": kanji para "laços", "vínculo", união"

12 comentários:

Cristiano Marcell disse...

Sem vívires
não se vive

Júllio Machado disse...

Apesar das "dívidas"
que, nem sempre, são divididas,
A vida
convida-nos pra seguirmos na busca...

Ana Ribeiro disse...

Ávida.
Um abraço.

Clarice Villac disse...

A sonoridade e riqueza de sentidos alcançam aqui rara expressão poética !

Parece coisa que Walter Franco inventaria...

Que tal inventar um som pra acompanhar ? musical.

*

Germe do Silêncio
o sentido
vai se depurando
e atinge
plenitude musical...

*

Raul Motta disse...

Cristiano,

teu comentário é puro poema!

Grato pelo diálogo, bons caminhos...

Raul Motta disse...

Júllio,

de fato: fados e fardos não são os mesmos...

Abraços, grato pelo comentário!

Raul Motta disse...

Ana,

uma simples palavra - e p[r]onto!

Pela presença

forte,

sutil,

presente: grato!

Raul Motta disse...

Clariceramiga,

a menção ao Walter Franco é um presente - você sabe como o admiro na sua forma especial de lidar com as palavras!

"Depuração": você acertou em cheio! Percepção mais que sensível...

Grato pelo diálogo, bons caminhos!

Cynthia Lopes disse...

vida, com muita vida
presente diário
que eu agradeço
e dou vivas!
bjs

(dívidas fazem parte)

Jéssica do Vale disse...

Só pra completar...

A vida
É uma dádiva
Explicita!

Sucesso.

Raul Motta disse...

Cynthia,

é isso:

vida
palavra
viva

Grato pela presença vital!

Raul Motta disse...

Jéssica,

tua observação foi no ponto:

explícita - a vida
em palavras transcrita -
é [re]lida.

Bem vinda, abraços e bons caminhos...